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Lema: Nascemos para pescar mas somos obrigados a trabalhar!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Traíra também vale !!!

por ZezinhoVET

Os torneios de pesca que costumo participar são de pesca ao tucunaré, nosso grande astro! Mas existem também os personagens coadjuvantes, como as traíras, piranhas, dourados, piracanjubas e saicangas. A traíra está presente na grande maioria dos cursos dágua e por isso é sempre capturada durante as pescarias. Visto isso, os torneios também premiam a MAIOR TRAÍRA pega durante a prova. Não conta como pontuação em um circuito de pesca, mas pode render belos troféus e bons prêmios. Então se você já fez uma boa cota em uma competição, porque não arriscar pegar a maior traíra???
Muitas vezes não procuramos captura-las na prova, elas que aparecem de "atrevidas", mas nos trazem muitas alegrias.
As pequenas estão em abundância, mas as grandes também podem aparecer.
As melhores represas do sudeste que tem torneios para a sua captura são Nova Ponte e Capim Branco II . Lá não é raro capturar exemplares acima de 4 quilos de peso.
Então fica minha dica ... tenha sempre em mente que em meio aos tucunarés, as traíras podem aparecer e render bons resultados!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pesca de Tucunaré com fly.

Na pescaria de tucunarés com moscas, ou seja, fly, deve-se observar a cor dos pequenos peixes que ele costuma comer no local. Tendo o cuidado na hora de montá-la. Devemos deixar que seu aspecto seja simples e bastante parecido com o peixe que o tucuna costuma comer.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Sobre as cores dos jigs e tamanhos ideais!


por Flávio Tannús - Extreme Jig - Tradução de artigo
Fishing Tips Brasil


Tenha em mente dois fatores ao selecionar tamanhos.

1) Iscas menores são geralmente melhores e sempre que puderem, deveriam ser escolhidas.

2)Ser capaz de "sentir" a ação de um jig é essencial, mesmo que seja bem leve.

Esses dois fatores, são primordiais na escolha do tamanho do jig. Lembre-se que iscas menores, trabalho lento, aliado à baixa visibilidade, quase sempre são de maior eficiência do que as grandes iscas. Tenha isso em mente quando você seleciona tamanhos, mesmo que utilize materiais não tão leves. Sendo assim, você pode até pensar: "O que está acontecendo com o nado de minha isca? Acho que por estar ventando, eu deveria utilizar um jig mais pesado." Ou talvez você esteja pescando em maiores profundidades e selecione um jig mais pesado, por achar que o mais leve demora muito para afundar. Use um jig o mais leve possível, utilizando da maior atenção possível, para sentir o que está acontecendo.




 Uso de linhas mais pesadas, como shock leader de diâmetros maiores, afetam mesmo que pouco, a taxa de queda de um jig. Com prática, você poderá ter uma boa técnica para utilização de jigs de até 1/8 de onça e verão o quanto eles são produtivos. Levaremos em consideração que jigs de pequeno peso podem ter anzóis extremamente fortes. Não se deixe intimidar por alguém usando que utiliza iscas grandes, por acharem que peixes grande só atacam iscas grandes. Peixes atacam as presas mais vulneráveis.
Você tem que ter em mente, e isto é o mais importante: O jig é uma isca extremamente versátil, utilizado principalmente em dias frios, condições adversas, alterações bruscas da pressão atmosférica, onde os peixes estão extremamente inativos. Sendo assim, quanto mais vulnerável a presa estiver, maiores são as possibilidades de um ataque. Lembrando que em dias extremamente favoráveis à pratica da pesca, talvez o jig seja superior à qualquer outra isca artificial!
Como regra geral, as cores claras são uma boa opção para dias ensolarados. As cores escuras são melhores para dias nublados ou à noite.
Muitas vezes, a combinação de alguma cor escura utilizando brilhos também funcionam bem em dias claros. Forte luz solar é também uma condição boa para o brilho, usado na confecção dos jigs.



Os peixes preferem determinadas cores em algumas localidades sob condições específicas, mas preferências de cores são questões particulares, variando de pescador para pescador, sempre obedecendo uma lógica. Por exemplo: Alguém poderia utilizar um jig vermelho e preto, outros, um jig vermelho e marrom e isto é muitas vezes uma questão de preferência.
A claridade da água e a sua movimentação também afetam a quantidade de luz solar em relação à profundidade. Consideramos também outros fatores além de dias nublados, quando escolhendo uma cor do jig a ser usado. Por exemplo, um jig brilhante seria uma boa escolha para uma água escura ou lamacenta, mesmo em um dia nublado.

Segue abaixo uma tabela ilustrativa

Raios e Trovões: todo o cuidado é pouco


Em uma pescaria sob um céu nebuloso com nuvens carregadas, é prudente o pescador fazer uma pausa, pois a qualquer momento poderão vir os raios e um terrível acidente pode acontecer

Por: Maicon BianchiFoto/Ilustração: Maicon BianchiPublicado em: 01/2012
Em uma pescaria sob um céu nebuloso com nuvens carregadas, é prudente o pescador fazer uma pausa, pois a qualquer momento poderão vir os raios e um terrível acidente pode acontecer. Isso ocorre porque a grande maiorias das nossas varas de pesca são feitas de materiais altamente condutores de energia (exemplo: carbono).

Se por descuido você estiver no meio do rio, procure por algum lugar aberto, recolha as varas, remos e outros apetrechos metálicos longos e acomode-os deitados e de preferência o mais longe possível. Já o mais prudente para o pescador é abaixar-se em campo, ajoelhar e curva-se para frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles.

High Roller “osso” (Kingfisher)


Feitas de madeira, as eficientes iscas de hélice Rip Roller já são velhas conhecidas dos apaixonados pela pesca de grandes tucunarés amazônicos. A novidade no caso destes novos modelos é a versão “cor de osso”, uma exclusividade da King Fisher. Elas estão disponíveis em três tamanhos: 140 mm / 36 g, 160 mm / 40 g e 184 mm / 47,6 g, a partir de R$ 52.

www.kingfisher.com.br 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Os Maiores Tucunarés do Mundo

                                   

domingo, 2 de outubro de 2011

Evinrude - Comercial - KKKKKKKKKKKKKK

                       

Bass Boat - Sistema de Tecnologia Surpreendente

                      

sábado, 24 de setembro de 2011

Pesca e Temperatura da Água

Os peixes são pecilotérmicos (a temperatura do corpo varia em função da temperatura ambiente), variações de temperatura na água (mesmo que reduzidas) podem afastar o peixe para zonas em que se sintam mais confortáveis. Os receptores de temperatura, na superfície corporal dos peixes, geralmente detectam diferenças de temperatura na ordem de 0,1º C a 0,03ºC. Quando a temperatura da água diminui, algumas espécies param simplesmente de se alimentar reduzindo a atividade corporal (nadam menos, ficam algumas vezes num estado semi-consciência, não se alimentam). Uma das formas que os peixes têm de contrariar esta variação de temperatura é descendo ou subindo em profundidade. A temperatura da água difere bastante da temperatura ambiente, da proximidade e tipo de costa. Será o termômetro uma ferramenta indispensável ? O conhecimento da espécie e dos seus hábitos é fundamental, a experiência do pescador ensina-o que em determinadas águas existe uma espécie ou outra, mas nenhum de nós tem a noção da temperatura da água a 20 metros de profundidade, saber a temperatura da água torna-se uma ferramenta útil na definição do pesqueiro e da espécie a capturar evitando duas ou três horas de pesca em determinado local que, pela temperatura da água, aquela espécie não pode estar. A temperatura da água, na generalidade dos casos, diminui quando a profundidade aumenta. Grandes massas de água (barragens, lagos) apresentam estratificação, com camadas que possuem diferentes temperaturas e níveis de oxigênio dissolvido implicando uma distribuição diferenciada de espécies em profundidade. Existem peixes que se sentem melhor em águas mais frias (truta 15 a 17º C), outros de espécies tropicais e sub-tropicais em águas bastante mais quentes (Dourado 25º C, Pácu 26 ºC) e ainda outros em que a margem de conforto térmico é mais ampla (achigã=black-bass, corvina e Tucunaré).

A temperatura à superfície

A temperatura da água é influenciada pelo sol ao incidir directamente, por zonas de contacto próximas, rochas que absorveram energia solar durante o dia, por entrada de águas interiores (foz dos rios), por águas paradas (baías, enseadas). As zonas de encontro entre águas de diferentes temperaturas, são zonas onde é comum existir peixe, a explicação base é a de que nestas zonas existe uma zona próxima em que a temperatura de conforto é a mais adequada. Locais com rochas meio submersas, locais com enseadas, zonas de foz, saídas de portos de abrigo são normalmente localizações ideiais para pesca junto à superfície.

Melhor pegada

Fitas emborrachadas dão firmeza a sua vara de pesca.Por: Leandro CoutoFoto/Ilustração: Arquivo Pesca & CompanhiaPublicado em: 09/2011
Para aumentar o conforto e ter uma pegada mais firme, mesmo com as mãos molhadas, alguns pescadores revestem os cabos de suas varas de pesca com “grips” emborrachados. O recurso usado principalmente na pesca com iscas artificiais, tanto bait casting ou spinning, é prender uma fita emborrachada, que é facilmente encontrada nas lojas especializadas em artigos para tênis de quadra.
No entanto, deve-se tomar cuidado em não utilizar grips confeccionados com o misto de borracha e tecidos espessos, nem os que contenham cola, pois podem deixar marcas no cabo da vara quando retirados. O ideal é usar os mais finos e emborrachados. Enrole a fita de forma continua, sem muita pressão ou esticada, mas que a deixe firme.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

2º Torneio Lago Três Marias



Da redação
Pesca Esportiva

Se você é fã da pesca ao tucunaré e não dispensa uma boa competição, anote na agenda. O 2º Torneio Nacional de Pesca Esportiva Lago Três Marias acontece no dia 24 de setembro, no município de Três Marias, em MG. O evento tem o objetivo de promover o pesque e solte e divulgar o potencial turístico da região para o esporte. A largada será dada do clube Náutico 3 Marias Iate Clube às 8h e a equipe composta por dois ou três participantes, conforme a categoria de inscrição. Os competidores concorrerão a diversos prêmios, entre eles dois barcos de alumínio, motor de popa de 15hp, carreta para barco e dois motores elétricos.
Clique aqui para saber mais informações e o regulamento completo do evento. 

domingo, 4 de setembro de 2011

Artista plástico cria esculturas de madeira que destacam a beleza de peixes brasileiros

Por: Diego SalomãoFoto/Ilustração: Arquivo de imagens Pesca & CompanhiaPublicado em: 09/2011
EsculturaINTERNA.jpgFilho e neto de marceneiros, o artista plástico Daniel Neto, desde a infância aprendeu a lidar com a madeira.  No ano 2000, Daniel começou a fazer suas primeiras esculturas e entalhos com o material. Hoje, faz de sua arte seu meio de vida, esculpindo e entalhando, de maneira manual, todas as suas obras, que são finalizadas com a pintura em tinta automotiva.

Suas peças são exclusivas e criadas a partir do perfil de cada cliente. Maiores informações estão disponíveis pelo email danieldnartes@hotmail.com, ou pelo telefone (62) 8465-3602.

domingo, 28 de agosto de 2011

A aplicação do lubrificante WD-40 na linha deixa os arremessos mais suaves e diminui a formação das cabeleiras


Lançamentos lubrificados

Recentemente venho usando WD-40 na linha de multifilamento durante a pescaria de artificiais.
INTERNADICAJUNINHOWD40.gif
Até parece estranho a principio. Mas podem acreditar, é incrível a melhora nos arremessos , que ficam mais suaves, travam menos na carretilha, evitando a temida cabeleira.
E também em conversa com especialistas, soube que o WD pode ser usado sem “medo”, pois não agride o meio ambiente. 
O produto não contém solventes ou silicone e por isso não é nocivo.
Por: JuninhoFoto/Ilustração: JuninhoPublicado em: 08/2011Pesca e Companhia

Dicas de como pescar em locais com estruturas fechadas

Quando pescamos em locais com grande incidência de estruturas fechadas como troncos e galhadas dificilmente conseguimos “arrancar” um bom exemplar sem que antes o peixe enrosque uma das garatéias no primeiro obstáculo que encontra pela frente.
dicaCOUTOinterna2.jpgdicaCOUTOinterna.jpg
Podemos diminuir esse risco, retirando todas as garatéias e substituí-las por um único anzol na parte traseira da isca.
Para isso use duas argolas (split ring) para que sua ponta fique voltada para cima.
Esse procedimento evita bastante que a isca enrosque nas estruturas, tanto no momento de seu trabalho quanto na briga com o peixe.

Por: Leandro CoutoFoto/Ilustração: Arquivo Pesca & CompanhiaPublicado em: 08/2011


Como facilitar a troca de iscas durante a pescaria

Por: Leandro CoutoFoto/Ilustração: Aquivo Pesca & CompanhiaPublicado em: 08/2011
dicasnapinterna.jpgExistem alguns modelos de snaps usados na pesca com iscas artificiais que possuem desenho especial a fim de torná-los mais seguros e resistentes que os modelos tradicionais.
Quando usamos esses modelos, às vezes encontramos dificuldade no momento da troca de algumas iscas, como os jigs, por causa dos pitões serem bem pequenos, grossos ou muito fechados, causando certa demora na troca.
Para auxiliar esse procedimento, acrescento ao pitão dessas iscas um split ring (argola) ou solid ring, facilitando o constante ato da troca de iscas. 

domingo, 21 de agosto de 2011

Guia de Barcos 2011


 Ed. 2011 - Fev/2011Ed. 2011 - Fev/2011

R$ 45,00
Condições especiais para o Clube NáuticaR$ 31,50

Comprar

QUEST 290


Por Roald Andretta
Fonte - Site Pesca Esportiva

Considerado por muitos como o melhor dos bass boats brasileiros, o Quest 290 é um clássico. Apesar do fabricante recomendar uso de motores até 200 hp, existem vários barcos montados com potências de até 250 hp, que atingem mais de 70 nós ou 130 km/h de velocidade final.

Seus pontos altos são o desempenho e a estabilidade. Com o terceiro banco e a extensão no deck de proa (opcionais), até três pessoas pescam com conforto.

Como seu melhor desempenho acontece com peso maior concentrado na parte traseira – onde devem ser instaladas as baterias –, quando usa motor V6 tende a alagar a popa nas paradas. Isso acontece quando é desacelerado repentinamente, por isso o piloto deve ficar atento e dar um toque no acelerador um pouco antes da parada total.

Por conta do peso do casco, mais de 500 kg, o ideal é utilizar motores elétricos fortes, disponíveis apenas na opção de 24 volts (2 baterias ligadas em série).

O barco ainda conta com duas caixas térmicas, uma de 70L e outra de 40L, duas caixas porta-varas e suporte para cadeiras giratórias. Além do pára-brisa removível como opcional.

Pontos positivos: estabilidade, espaço interno, ventilação no porão e carpete impermeável com base de borracha.

Pontos negativos: dificuldade para manobrar em meio à galhadas fechadas, alagamento na popa em paradas bruscas, painel desatualizado comparado com o padrão do barco

Ficha técnica
Modelo: Quest 290
Comprimento: 5,60 metros / 18,5 pés
Boca: 2,25 metros
Motorização: 115 a 200 hp
Combustível: 112 litros
Viveiro: 108 litros (de série) ou 140 litros (opcional), os dois com renovador de água
Peso: 520 kg

Duelo Pesca & Companhia - Quem é melhor: Kevin VanDam ou Katsutaka Imae?


Colocamos frente a frente dois dos melhores pescadores de bass do mundo. Nosso staff opina sobre seus estilos e escolhe o melhor

Por: Rafael Peres KassapianFoto/Ilustração: DivulgaçãoPublicado em: 08/2011Revista Pesca e Companhia
Kevin VanDam
INTERNANOTA2102.gifNascimento: 14/10/1967 em Kalamazoo (EUA)
Quando o assunto é pesca de bass nos Estados Unidos, não tem pra ninguém, Kevin VanDam é referência para todos.  O mais jovem a ganhar um título de “pescador do ano” na BASS, aos 23 anos, ele acumula troféus e premiações. Já são mais de cinco milhões de dólares recebidos, o que faz dele o pescador que mais ganhou dinheiro na história.
Uma explicação para tanto sucesso pode estar na infância em Michigan, quando teve a oportunidade de pescar diversas espécies de peixes encontradas na região, como truta, salmão, lúcio, entre outros. "Você pode aprender muito por meio da pesca de espécies diferentes na grande variedade de lagos e rios que temos em Michigan", ele diz, para completar em seguida. "Mas o bass é o meu primeiro amor."
No seu site oficial, VanDam dá algumas dicas para os pescadores terem sucesso na pescaria, como manter uma alimentação saudável, beber bastante líquido, ter um sono regular e procurar fazer um reconhecimento profundo do ponto de pesca.
Títulos:
• 6 vezes Angler of the Year da BASS
• 4 vezes campeão do Bassmaster Classic
• 21 vezes classificado pro Bassmaster Classic qualificador
• 1º pescador a chegar a 2, 3, 4 e 5 milhões de dólares em ganhos na carreira
INTERNAJAPONESDOBASS.jpgKatsutaka Imae
Nascimento: 04/07/1964 em Osaka (Japão)
Se Kevin VanDam é a referência norte-americana para a pesca do bass, no Japão quem ocupa esse papel é Katsutaka Imae. Apesar de ser menos conhecido do público brasileiro do que VanDam, a fama de Imae não é por acaso. Ele acumula títulos e premiações importantes nos populares torneios da espécie na Terra do Sol Nascente.
Entre suas principais conquistas estão o bicampeonato do Japan Super Bass Classic, versão nipônica da Bassmaster, nos anos de 1996 e 1998, além de ter sido eleito por três vezes “Pescador do ano de bass”, em 1989, 1990 e 1992.
Mas não só os títulos fizeram a fama de Katsutaka Imae. Em 2004 ele fundou sua própria empresa de iscas artificiais, a Imakatsu. Logo a marca se tornou uma das preferidas dos japoneses e ganhou fama mundial, graças à eficácia de modelos como a soft articulada Javallon, desenvolvida por ele. Prova de sua popularidade entre os fãs japoneses é que a página da Imakatsu tem uma média de 15 mil acessos diários no país.
Títulos
• Duas vezes campeão do Japão Super Bass Classic
• Três vezes pescador de bass do ano no Japão
• Duas vezes campeão do Basser All Star Classic
• Vencedor do Torneio Campeão dos Campeões
Agora que você já conhece os dois principais nomes da pesca do bass no mundo, já pode escolher quem é o melhor. Fizemos essa pergunta aos especialistas da espécie do nosso staff. Confira as opiniões a seguir.
Alex Koike - Muro
Muito difícil fazer essa comparação entre dois estilos tão diferentes. Se a disputa se desse nos Estados Unidos, daria VanDam; no Japão Imae levaria fácil. Em campo neutro é muito difícil especular. Kevin VanDam leva vantagem no power fishing, já Katsutaka Imae, por ser da escola japonesa, tem mais familiaridade com as técnicas de finesse.
Pepe Mélega – Kevin VanDam
São estilos opostos, por isso a dificuldade de escolher um. Mas eu fico com Kevin VanDam, pois na disputa do último Classic ele mostrou uma flexibilidade maior para resolver situações e conseguir virar o jogo, saindo de uma situação complicada. Voto no VanDam por isso.
Fábio Zurlini – Kevin VanDam
Eu me identifico mais com o Kevin VanDam e seu estilo, o Power fishing. No duelo entre um e outro acredito que o VanDam tem mais poder de fogo para vencer o duelo, apesar de admirar bastante também o japonês. Fico com Kevin VanDam.
Braguinha – Katsutaka Imae
Com certeza os dois pescadores são muito bons, porém de escolas totalmente diferentes, e no meu modo de ver o Imae é mais completo. Explico, quem pesca finesse pesca em todas as situações e com certeza vai pescar mais pesando, sem ter problemas de adaptação. Porém, quem pesca só pesando tem sérias limitações quando precisa afinar o material para pescar mais leve ou no finesse. É evidente que vamos passar vários anos discutindo quem é o melhor pescador de bass e não vamos chegar a um acordo. A meu ver, ficamos conhecendo quem é o melhor pescador quando estamos pescando todos juntos e no mesmo País, em varias estações do ano, no mesmo torneio e na mesma represa. Só assim vamos ficar conhecendo o melhor pescador dessa espécie.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Inglês bate recorde de catfish albino

Com informações do Daily MailPesca Esportiva
A persistência do inglês Chris Grimmer valeu o recorde mundial de catfish albino. Após semanas de tentativas no Rio Ebro, perto de Barcelona, Espanha, o pescador conseguiu capturar seu troféu.

O catfish albino de quase 2,5m de comprimento e 88kg (194lbs) rendeu o recorde mundial ao inglês. Grimmer usou uma ração conhecida como halibut pellet e levou cerca de 30 minutos para conseguir vencer a briga com o gigante.
Após pesar o peixe e a pausa para as fotos, o exemplar foi devidamente liberado.


domingo, 7 de agosto de 2011

Qual o tipo de mosca para pescar matrinxãs e tucunas?


Amigo,
A sua escolha deve recair por conjuntos de número 6 a 9, dependendo do porte dos peixes que estiverem saindo na época e o tamanho das iscas usadas. Para facilitar o arremesso de poppers e outras iscas volumosas, opte por varas de 9´ de ação rápida e linhas weigh forward (WF) ou triangle taper (TT), do tipo bass bug taper. As carretilhas devem comportar cerca de 100 m de backing mais a linha de mosca e ter o carretel large arbor, que, além de recolher a linha de maneira mais rápida, evita que ela fique com memória. Nessa pescaria é conveniente usar um pequeno pedaço de cabo de aço, mesmo na pesca de tucunarés, para evitar que os dentes das bicudas, matrinxãs e até piranhas cortem a linha.
Entre as iscas, dê preferência aos poppers, sliders, divers e streamers (deceivers, whistlers, half and half, clouser minnows, seaducers, entre outras) com comprimento entre 8 a 14 cm e anzol de tamanho de 1 a 3/0.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Roteiro para fazer bons negócios no Pesca Trade Show 2011

Direção do principal evento da pesca amadora do País passa algumas dicas para visitantes credenciadosPor: Organização Pesca Trade ShowPublicado em: 08/2011
Começa no próximo dia 10 de agosto,  em São Paulo, a maior feira de negócios da pesca esportiva,  turismo da pesca, camping, mergulho e tiro esportivo da América Latina.
Cerca de 80 expositores estão com tudo pronto, com promoções especiais, para fazerem bons negócios com lojistas, agentes de viagens e operadores do turismo de todo o Brasil. Mais de 4.000 profissionais já confirmaram presença.
A organização do evento oferece aqui algumas dicas, para que sua presença no Pesca Trade Show 2011 seja bem aproveitada:
-Ao entrar no Centro de Convenções não se precipite. Antes de decidir seus pedidos, visite todos os expositores.  Este ano o Trade Show ocupa dois andares. Não tenha pressa, você encontrará o fornecedor que melhor atenderá suas pretensões. Compare preços e qualidade dos produtos.
-Os lojistas mais bem sucedidos do país estão fazendo parcerias com operadores de turismo. Seja você também um deles. Pare em todos os estandes de turismo e veja o que eles estão oferecendo para seu negócio. Lojistas que operam o turismo da pesca com sua carteira de clientes, aumentam seu lucro em até 60%.
-Neste ano, uma comissão vai eleger os melhores lançamentos do Trade Show em 11 categorias de produtos. Acompanhe o resultado para saber o que não deve faltar em sua loja.
-O evento abre às 14h do dia 10 de agosto, na próxima quarta-feira, e vai até às 20h do dia 12 de agosto. Otimize seu tempo e chegue cedo todos os dias.
-O acesso ao Pesca Trade Show 2011 será feito somente pelo 3º andar do Centro de Conveções. Portanto, tome os elevadores somente para esse andar.
- Local do evento: Centro de Convenções Frei Caneca
                               Rua Frei Caneca, 569 3º andar,  Cerqueira Cezar
                               São Paulo-SP