Contador de acesso
Lema: Nascemos para pescar mas somos obrigados a trabalhar!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Chatterbait




Este nome é novo para você? Se for, não deixe de experimentar esta isca diferente. Ela renderá ótimas capturas em qualquer nível de represa e ainda pode surpreender na água salgada

Texto e fotos César Pansera

Desenvolvida originalmente para o black bass, a chatterbait é uma espécie de rubber jig com um pedaço de metal fixado à cabeça, que auxilia na movimentação quando ela é recolhida. Essa chapa serve como uma barbela, conferindo um trabalho característico na coluna d’água, capaz de atrair de longe os predadores.

A isca vibra quando tracionada, de um lado para o outro, e oscila rapidamente. Seu anzol de ponta única permanece sempre exposto e voltado para cima. Isso possibilita fisgadas certeiras e dificulta que o peixe escape durante a briga.

Linhas de pouca elasticidade, neste caso, cortam a água com maior rapidez – o multifilamento é ideal para proporcionar fisgadas precisas. Quando utilizada em estruturas como capinzais, não muito fechados, e entre galhos mais finos, a barbela metálica protege a ponta do anzol, o princípio é semelhante ao do arame nos spinnerbaits.

As dentuças também adoram
No Brasil, além do bass, a chatterbait é uma excelente opção para as vorazes traíras. Acoplar a elas trailers pode garantir maior rendimento. A preferência fica para os duplos (“twin tails”), que são maiores e causam maior deslocamento na água e também pelo seu tamanho – traíras grandes dão preferência para iscas mais volumosas.

Em muitos dos ataques sofridos, a isca vai inteira para dentro da boca dos “verdões”. Isso nos faz concluir que, por trabalhar de forma frenética, quando recolhida mais rapidamente, ela passe a impressão de ser uma presa muito veloz. Assim, o predador não pode perder tempo ou errar o bote, e é por esse motivo que ele acaba sendo tão violento.

A capacidade de explorar uma vasta área a cada arremesso é outro ponto importante desta isca. Quando o peixe está a fim de atacar, o trabalho em maior velocidade na meia-água é mortal. Sempre fique atento até o final do recolhimento. Muitos botes acontecem bem perto do barco, quando a isca está prestes a sair da água.

Mãos à obra
A chatterbait pode ser trabalhada de duas maneiras. A mais produtiva e comum é o recolhimento contínuo. Alternando a velocidade da isca, é possível determinar sua profundidade de ação. Durante o recolhimento, a ponta da vara literalmente treme o tempo todo, intensamente, tamanha é a oscilação lateral da lâmina. Desta forma, o trabalho assemelha-se ao de uma crankbait.

Na outra situação, basta deixar a isca tocar o fundo, para então tracioná-la levemente e em seguida deixá-la cair novamente. Os movimentos devem ser sucessivos até que ela chegue próxima ao barco. Isso costuma funcionar bem em locais mais rasos, onde não é necessário esperar muito para que a isca atinja o leito. Além disso, a caída mais lenta da chatterbait é ideal quando os peixes estão pouco ativos.

Na água salgada
Há modelos que utilizam shads ou camarões como trailers (denominados chattershrimps). Alguns plugs que não possuem barbela são desenvolvidos com a mesma lâmina acoplada em seu pitão frontal, para que vibrem mais na coluna d’água quando tracionados.

Caso não encontre esses modelos específicos para água salgada, você pode usar as mesmas iscas feitas para o bass. Para isso, basta remover as cerdas de silicone e substituí-las por um shad, acoplando-o ao anzol. Este shad deve ter, no máximo, 4 polegadas de comprimento, e possuir formato longilíneo.

Fonte : Revista Pesca Esportiva

Guia de Barcos 2011


O Guia de Barcos 2011 traz 570 embarcações nacionais e importadas entre lanchas veleiros trawlers motor yachts infláveis jet skis caiaques e canoas. É o mais completo guia náutico já publicado no Brasil com comentários fotos e fichas técnicas dos principais barcos à venda no país. Vem ainda com reportagens sobre estaleiros marinas seguro náutico ABC do marinheiro e outras para ajudar você a acertar na compra de seu próximo barco.

Clique aqui e garanta já o seu!
Fonte - Revista Pesca Esportiva

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Echo (Garmin)


Líder global em navegação por satélite, a Garmin apresenta a Echo, sua nova linha de fishfinders. São seis novos modelos que trazem um novo padrão de qualidade e facilidade de uso para pescadores.

Todos possuem a nova tecnologia Garmin ID-HD, que rastreia alvos proporcionando um enorme nível de detalhamento dos contornos de peixes e do fundo. Os novos aparelhos incluem um suporte para montar em hastes de motores de popa e um suporte de rápida remoção, capaz de inclinar e girar.

Disponíveis nas versões Echo 100, 150, 200, 300c, 500c e 550c com telas de 4’’ e 5’’.

Preço sugerido: sob consulta.
www.garmin.com/br
Fonte: Revista Pesca Esportiva

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Garatéias - Dica Importante !

Na pescaria deste fim de semana me deparei com uma situação de deixar qualquer pescador meio frustrado. Colocamos nossos caiaques na água e começamos a trabalhar as iscas artificiais jogando da margem para o meio da represa. No terceiro arremesso, entrou um tucunaré mais ou menos de uns 3 kg com um cupim maravilhoso. Mas assim que chegou perto do caiaque a isca escapuliu de sua boca gigante. Não achei tão ruim, pois todo peixe que pegamos nós soltamos e também tínhamos acabado de chegar. Daí passou um tempinho, outro moleque bate de uma forma anormal em minha isca e viaja rumo ao fundo da represa, logo para de correr e vem a superfície ficando por cima d água descansando. Chamei o Marcio para ver, assim que olhamos para o peixe novamente a isca soltou de sua boca sem ele fazer nada. O peixe saiu nadando devagarzinho para o fundo da represa. Não estava acreditando que tinha perdido outro peixe.
Bom resumindo a pescaria: Perdi no dia, seis peixes com mais de 2 a 3 Kg cada um. Todos chegavam perto do barco e escapuliam sem nem se debaterem. O Marcio quase morria de rir, e ainda falava que eu era azarado!


Analisando os fatos cheguei à conclusão que o problema era as garatéias de minha isca artificial. Como a isca já tinha mais ou menos um ano de uso, percebi que tinha perdido a afiação dos anzóis das garatéias. A culpa disso se da por a isca ficar balançando muito dentro da caixa com outras iscas sem proteção nas garatéias, ou quando estamos pescando engastalhamos a isca em paus e pedras e também até por ser uma isca que já tenha pegado vários peixes, ela acaba tendo um desgaste natural.
Portanto, fica ai uma dica do Tucuna Friend´s. Antes de entrar na água, cheque suas iscas e leve sempre com você, garatéias sobressalentes.
Um abraço a todos!
Lucas Eduardo Vilela - Tucuna Friend

Pesca de Caiaque - Fazenda Calixbento 12.02.2011


                        











                        















Fazenda Xapetuba







sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A edição 160 da revista Pesca Esportiva já está nas bancas!

Tem muito tempo que acompanhamos as matérias desta revista.
A dica deste mês aos amantes por pesca esportiva e a edição 160.
Nós do Tucuna Friend´s assinamos em baixo.
Um abraço a todos!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Motores Elétricos - Dicas Iniciais

Fonte: Fórum Tucunazul
Postado por: Sgambatti

1 - Como escolher um motor elétrico na hora da compra?
Várias perguntas devem ser respondidas:
-Onde será usado o motor : água salgada ou doce?
-Motor marinizado ou não?
-Qual a embarcação e motor de Popa ?
Motores manuais de fixação “Transon” ( cavalete de fixação nas bordas da embarcação ou no espelho de popa), ou mesmo de fixação de “Suportes ow” ( aqueles que normalmente acompanham os motores de pedal a cabo mecânico). E por falar em motores a pedal, nesta família encontramos aqueles de pedal eletrônico com ou sem fio (wireless) e aqueles de pedal a cabo mecânico.
A potência do motor obviamente está diretamente relacionada ao tamanho da embarcação. Para não cometer um equívoco, procure um serviço autorizado pelo menos para se informar corretamente.... infelizmente há muita interpretação equivocada quanto à escolha mais apropriada em função dos detalhes acima expostos.

2 - Posso usar o motor elétrico em qualquer situação de pesca?
Sim... O Motor Elétrico ajuda em qualquer situação de pesca salvo a de
barranco, onde não teria a menor utilidade kkkkkkkkk

3 - Posso por o motor elétrico na água salgada?
Antigamente (20 anos atrás) só haviam os motores para água doce, porém
a partir da década de 90 , surgiram os modelos marinizados, que são os mais indicados para uso em água salgada, pois normalmente possuem pintura especial além de outros detalhes como fiação com cobre estanhado, conexões protegidas, placas seladas, etc...

4 - O motor elétrico substitui o remo?
Costumamos chamar o motor elétrico por “ Remo Eletrônico “, e acredito que NENHUM Bom remador supera um motor elétrico bem adequado à embarcação.

5 - Posso usar bateria automotiva para alimentar meu motor elétrico?
Sim. O problema é que a Bateria, por não ser apropriada para esta finalidade, terá sua vida útil bastante reduzida, além do fato de termos de usar uma Bateria maior
para garantirmos nosso dia de pescaria. Explicando melhor: para o mesmo motor elétrico, se utilizarmos duas Baterias de mesma Amperagem porém de aplicações distintas (automotiva e ciclo profundo), a segunda nos permitirá maior tempo de uso do motor.

6 - Qual o tipo de bateria ideal para motores elétricos?
As chamadas de Ciclo Profundo, cuja filosofia de construção leva em conta o fato de fornecer uma energia média por um tempo longo, diferente das automotivas, que são projetadas para fornecer uma energia altíssima, por um período de tempo muito curto (partida) iniciando sua recarga imediatamente após este período.

7 - O que é bateria estacionária?
São Baterias construídas para fornecimento de correntes constantes por longos períodos de descarga o que as tornam apropriadas para alimentação de sistemas No - Breaks, sistemas de alarmes e também de motores elétricos. São projetadas para trabalharem imóveis (Estacionária), que seria a pior situação para o eletrólito (solução ácida utilizada dentro das Baterias). As baterias automotivas, contam com o movimento dos automóveis para homogeneizar o eletrólito otimizando assim o processo de carga e descarga. No caso das estacionárias, elas nem precisam deste detalhe, ou sejam, são tecnicamente melhores quanto sua construção. De baixa ou nenhuma exalação de gases em seu processo de recarga, podem ser protegidas por válvulas contra explosão (VRLA. Por todas estas diferenças em relação às baterias automotivas tem vida útil elevada.

8 - Quantos Amperes a bateria tem que ter para o motor ter uma boa autonomia?
Depende do tipo de Bateria empregada e da potência do motor, que é diretamente proporcional ao seu consumo de corrente...
Exemplo: Um motor Elétrico cujo consumo máximo é de 50 Amperes
(+ ou – 50 Lbs) , usando uma Bateria Ciclo Profundo de 90 Ah, na velocidade máxima, sua autonomia será ao redor de 1,53 horas [ (90 x .85) / 50].

9 - A bateria dura quantas horas?
O cálculo aproximado é: Energia da Bateria (Ah) x .85 dividido pela corrente máxima de consumo do motor.

10 - Qualquer carregador de baterias serve para carregar a bateria do motor elétrico?
A vida útil de uma Bateria é diretamente proporcional aos ciclos de carga e descarga da mesma; por esta razão é que devemos sempre utilizar a Bateria apropriada para seu uso (ciclo de descarga correto) e um carregador de qualidade
(ciclo de carga correto) para que se evite principalmente a chamada Sobrecarga.
Costumamos dizer que o primeiro investimento deve ser feito no carregador de qualidade (no mínimo inteligente para evitar sobrecarga e preferencialmente bivolt
com proteção contra curto circuito e inversão de polaridade, o que se traduz em praticidade e segurança). Por tais motivos, devemos escolher muito bem nosso carregador.

11 - Qual carregador de baterias é o melhor? O que recarrega rápido ou lento? Por quê?
O melhor carregador é aquele que fornece no tempo certo a energia necessária para tornar a Bateria Plena de Carga., ou seja um carregador Inteligente, que deverá respeitar o ciclo de carga da Bateria.

12 - Existe alguma manutenção para fazer no motor elétrico?
O ideal é que a cada 6 meses (dependendo do uso do mesmo) se faça uma revisão. O ditado “melhor prevenir que remediar” se aplica muito bem aos cuidados com nosso Equipamento.
Manutenção preventiva pode evitar grandes transtornos. No dia a dia, devemos sempre lavar nosso motor com água doce após cada pescaria e após ter sido seco vale a pena aplicar uma camada fina de Silicone Spray, que ajudará a proteger não só a pintura como também as partes de metais expostos.
Não recomendamos de maneira alguma o uso de WDs.
Nunca se deve jogar água com pressão na cabeça do motor, pois esta água poderá descer pela haste e se alojar dentro da unidade de potência do motor (tbm chamada de torpedo) e causar sérios estragos. Na cabeça do motor apenas um pano umedecido deve ser passado. Devemos sempre manter limpas as garras ou terminais de conexão à Bateria, observando sempre se a junção com o fio está bem feita (de preferência deve estar soldado) e livre de oxidação.
Periodicamente (ou após enroscar em linhas ou grandes quantidades de vegetação) tirar o hélice observando se o eixo está livre de qualquer coisa que possa comprometer o rendimento do motor (linha, mato, plástico, etc).
Realizar esta operação com atenção para não perder o pino do hélice.

13 - O que significam as libras em um motor elétrico?
Quando os motores Elétricos foram lançados comercialmente, com a finalidade
de evitar-se comparativos depreciativos com Horse Power (HP), os fabricantes convencionaram a utilização da unidade Libras Thrust que é uma medida de força.
Não há uma relação direta entre Libras Thrust e HP, mas a partir da” Wattagem”
de um motor (Tensão de alimentação x Corrente de consumo) dividido por 746, encontramos um valor aproximado em HP.
Exemplo: Alimentação: 12 Volts Corrente de consumo 55 Amperes

55 x 12 = 0,88 HP
746

14 - Alguma dica para quem tem ou usa o motor elétrico?
Procure sempre um serviço autorizado para tirar qualquer dúvida sobre uso ou mesmo escolha do motor mais apropriado; verifique sempre se a marca do motor escolhido tem assistência técnica autorizada, informe-se sobre os detalhes de garantia; procure sempre usar os equipamentos adequados, pois sua briga deve ser com o peixe e não com o equipamento.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Lubrificação de motores elétricos

Os cuidados que você deve ter para que o seu motor funcione perfeitamente na hora da pesca

Algumas dicas sobre motores elétricos: mantenha a base do motor bem lubrificada, usando um óleo fino tipo WD-40, para evitar estalos e ruídos comuns quando acionado ou em caso de mudança rápida de direção do motor. Regule o motor elétrico o mais baixo (fundo) possível para evitar que o mesmo cavite (puxe ar da superfície) em altas rotações ou saia fora d’água em situações de marola.


 Por : Marcos Malucelli Publicado em: 01/2011 Revista Pesca e Companhia

domingo, 30 de janeiro de 2011

Bass Boat - Flutuabilidade

Os barcos da BassBoat não afundam. O casco, em todos os travamentos, é revestido com poliuretano injetável (produto resistente até mesmo a gasolina) proporcionando uma ótima flutuabilidade mesmo com o casco partido ao meio.
Fonte: Bass Boat - http://bassboat.30mm.com.br/home.html

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Bíblia do Pescador 2011




A maior publicação de pesca do Brasil está recheada de equipamentos, modalidades e técnicas, distribuídos em 340 páginas

Da Redação
Depois do sucesso das edições anteriores da maior publicação brasileira do segmento, nosso desafio era continuar fiéis à proposta de entregar aos nossos leitores uma fonte de consulta permanente para suas pescarias, com um novo tema para o próximo ano.

Após muita pesquisa e troca de informações, a decisão foi consensual: os assuntos da Bíblia 2011 serão equipamentos, modalidades e técnicas de pesca, e há motivos mais do que convincentes para justificar a escolha.

De acordo com o diretor Mateus Zillig, que trabalha com o título há mais de 20 anos, falar sobre equipamentos é falar sobre algo que está todos os dias na ponta da língua de qualquer pescador. “Todo praticante da pesca esportiva quer estar atualizado em relação ao que há de novo no mercado.

Nunca houve tantas opções à disposição como hoje, mas as informações técnicas e, principalmente, de uso de cada tipo de produto são muitas vezes desencontradas ou pouco confiáveis”, diz. Nada melhor, portanto, que reunir essas informações numa única publicação, com a colaboração e assessoria de alguns dos mais destacados profissionais da mídia de pesca brasileira.

É, vai ser difícil o pescador esportivo não ser fisgado por tanta informação útil. E falta pouco: em cerca de um mês, a partir do dia 20 de janeiro, a Bíblia do Pescador 2011 chega às bancas de todo o Brasil. Garanta a sua!

O que você encontra na Bíblia 2011

Equipamentos
Um grande guia contendo anzóis, linhas, varas, carretilhas, molinetes, iscas artificiais, acessórios, eletrônicos e muito mais, organizados por marcas, modelos, características técnicas e indicações de uso.

Modalidades
Da pesca de barranco com varas lisas às modalidades de praia, costão e pesca embarcada em rios, represas, estuários e mar, nenhuma ficará de fora do conteúdo editorial do anuário.

Técnicas
Dicas, dicas e mais dicas... Nossos consultores selecionaram os principais macetes dentro de cada tema para encurtar o caminho entre você e o peixe, utilizando os equipamentos indicados para cada modalidade.

Barcos, motores, acessórios e muito mais
Além da tralha usada para propriamente pescar, a Bíblia de 2011 conterá um guia com todos os tipos de barcos e motores de popa fabricados para o mercado de pesca, de caiaques a lanchas para pesca oceânica.

Toda equipe da Pesca Esportiva agradece o fotógrafo João Ávila pelo belíssimo clique, que se transformou na capa da próxima edição, e a todos os colaboradores que mais uma vez compartilharam seu conhecimento conosco e com o leitor.
Fonte: Revista Pesca Esportiva

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

Pesca Esportiva de Jet Ski

Sou Jet Ski Brian. Pensei que você gostaria de saber um pouco mais sobre como entrei neste esporte louco.

Eu fui um pescador mais do que posso me lembrar, mas a parte de jet ski começou há cerca de 2002. Os preços de gás estavam avançando para cima e para o meu barco era caro de manter e operar. Um dia encontrei-me sair para a baía de Chesapeake em meus três lugares Polaris, vara de pesca e líquidos sob meus pés. Um pouco primitivo, mas ele trabalhou bem para a captura de corvina, spot, a solha e do bodião. Em pouco tempo eu estava arriscando até a torre de luz Chesapeake, cerca de 15 milhas da costa de Virginia Beach. Não tentei pesca submarina, bem como, e teve bons resultados com a pá e peixes gatilho.



Mas depois de alguns anos, eu sabia que eu queria montar uma embarcação individual especificamente para a pesca. Pesquisa, muito do que online, levou-me a maior embarcação da Yamaha pessoal, o SUV 1200. Ele prometeu o melhor em estabilidade, tamanho e capacidade de armazenamento.
O usado (seis anos) 2001 1200 SUV eu comprei de um cara local, em Virginia Beach, foi de garagem como novo conservado, com apenas 75 horas de tempo de execução. Em meros 18 meses, eu adicionei mais 450 horas. O waverunner pode ser lançado a partir do meu cais ou rebocado para qualquer rampa do barco.


Meu amigo John no Bispos Rod & Tackle em Grafton, Virginia, enviou-me a Albert Martin Custom Martin's Estruturas. Albert era mais do que entusiasmado com aparelhamento de um jet ski para a pesca. Ele foi perguntando, disse ele, se alguém foi louco o suficiente para tentar, e lá estava eu. Entre minhas idéias e seus conhecimentos, montamos uma configuração ótima. O modificados 1200 transporta até seis varas ou uma combinação de hastes gafieira, e líquido. Eu posso corrico, deriva ou mergulhar fora deste grande plataforma. Tenho visto que adicionou um GPS / inventor dos peixes de combinação, VHF, luzes de navegação e uma bateria de gel adicionais ciclo profundo para suportar estes electronics.GPS, VHF e porta-vara.


Aos 44 anos e casado, eu sou muito consciente de segurança. Caso contrário, a minha mulher não me deixa sair de casa. O equipamento de segurança eu carrego inclui um adicional do GPS de mão, VHF de mão, Spot rastreador GPS, alargamentos, espelho de sinais, apito, bússola, strobe pessoal, kit de primeiros socorros e bomba de tinta. No inverno eu também usar um terno Mustang Survival.
Eu sou um cara de sorte ou o quê? Em 2008 eu era capaz de ir à pesca 120 vezes. (Obrigado, querida!) Setenta dessas viagens foram do meu jet ski. Eu também tenho um Grady Branco Troféu Pro com twin de 200 cv Yamaha 2 tempos. Meu Grady recebe cerca de 1,1 milhas por galão de cruzeiro a 35 km / h, enquanto a minha Yamaha obtém 4-5 mpg na mesma velocidade. Ele também é capaz de atingir velocidades de até 53 mph, quando as condições do mar são ideais. Com preços de gás no ano passado, atingindo US $ 4/gallon, não há nenhuma maneira que eu teria sido capaz de peixes, tanto sem o waverunner.
Ser independente também torna mais fácil obter uma licença de pesca. Meu irmão John e eu co-proprietário e operar American Chemical Concepts, um fornecedor de materiais de limpeza para área restaurantes e hotéis. Nós também alugamos e vendemos máquinas prato comercial. Felizmente, apenas um de nós tem que ser de permanência de cada vez.
Agora que estamos nesters vazio, minha esposa e eu vivemos na água em Poquoson, Virginia, uma pequena comunidade em frente à baía de cerca de 12.500, entre Yorktown e Hampton. Do meu quintal é de cerca de 6 quilômetros a York Spit Light e 25 milhas a Chesapeake Bay Bridge-Tunnel pela água, é claro. É a única maneira de viajar.
Falando sobre Jet Ski pesca é quase tão divertido como fazê-lo. Eu tenho a honra de proferir palestras para a Ponte Grande Pescadores Club, o Clube de Pesca Bull Island e na Bass Pro Shop durante a Primavera evento Clássicos de Pesca. Eu tenho sido destaque em O Virginian-Piloto, o desportista, e recentemente na capa da Revista Pescador. Você também pode verificar meus relatórios de pesca online no Atlântico Pescadores e Tidalfish. A maioria dos meus relatos são ilustrados com fotografias de minha própria, muitas vezes incluindo fotos de outros pescadores de pesca nas proximidades. Atualmente sou membro da água salgada Península Clube de Pesca, a Bull Ilha dos Pescadores, a Tidewater Oyster jardineiro, a International Game Fish Association, e Ducks Unlimited.
Enquanto eu tiver alguma observação, estou feliz de vir conversar com quase ninguém quase a qualquer momento sobre as vantagens de Jet Ski Pesca. Quando possível, prefiro levar minha fraudada-out SUV 1200 comigo.
Meu próximo sonho é conseguir um patrocínio da Yamaha. Gostaria de ajudá-los a projetar um PWC (Personal Water Craft) dedicado especificamente para a pesca. Eu também gostaria de promover algumas das artes que eu pescar com o equipamento de segurança e eu carrego. 

Limpeza de Carretilhas e Molinetes - Dica Importante

Nunca use: Graxa Grafitada (cinza), ela desgasta todas as peças internas provocando folgas e conseqüentemente quebras;
Nunca use: Vaselina em Pasta ou Líquida, ela não é feita para operar nas temperaturas de operação de um molinete, ficam líquidas, gosmentas e passam de lubrificantes para abrasivos;
Nunca use: Graxa Tipo Molicote ou outras, endurecem com o tempo deixando o equipamento totalmente isento de lubrificação;
Só use: Graxa Azul, Branca, Verde ou Vermelha, próprias para rolamentos, altas temperaturas, que não se soltam com o arrasto de água e aceitam muito bem o nosso clima;
Só coloque graxa nos dentes das engrenagens, não coloque em excesso, ela só ocupará espaço e pode até diminuir a vida útil do equipamento. Vou explicar: Tudo que gira e tem atrito produz calor, certo? Os molinetes normalmente ficam expostos ao sol escaldante por várias horas, certo? Bem, já foi provado por experiências nos laboratórios dos grandes fabricantes que um molinete em operação normal num dia quente de verão pode atingir uma temperatura interna de aproximadamente 60 a 70 graus centígrados.
Bem, se o molinete estiver cheio de graxa não haverá espaço para a troca de temperatura entre o ar e os mecanismos internos do equipamento, vital para a diminuição da temperatura, por não existir espaço vazio entre eles. Existindo o ar, haverá esta troca e os materiais não irão se alterar com as temperaturas atingidas, pois elas estarão controladas e baixas.
Não esqueça: graxa demais é prejudicial a qualquer tipo de equipamento. Não use nenhum tipo de óleo spray desengripante, são todos ácidos e atacam vários materiais .

sábado, 22 de janeiro de 2011

Turbilhão Gold (Zagaia Lures)

A tradicional isca de hélice da Zagaia acaba de ganhar sua versão Gold, com pintura diferenciada e construção super resistente. Agora com novos tamanhos, o modelo ganha em versatilidade, sendo indicado para peixes como tucunarés, traíras, matrinxãs e cachorras.
Disponível nos modelos Gold 80 (8 cm / 15 g) e Gold 100 (10 cm / 18 g), em diversas opções de cores. Preços sugeridos: R$ 41,82 e R$ 44,03, respectivamente.

www.zagaialures.com.br

 

Multifilamento para Molinete - Tuf-line Duracast (Ebis Fishing)

Produzida pela fabricante norte-americana Western Filament, esta nova linha de multifilamento é ideal para o uso em molinetes. Produzida com alma de spectra e encapada com polímero de alta qualidade, elimina os indesejados nós de vento e passa com extrema fluidez pelos passadores da vara, além de possuir elevada resistência à abrasão. Disponível em carretéis de 125 jardas (113,75 metros), na cor verde, de 0, 10 mm (6 lb) a 0,407 mm (30 lb). Preço sugerido: R$ 60 a R$ 65.