segunda-feira, 30 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Lago de Furnas - Pesca do Tucunaré
Localizado em MG, o lago de Furnas atraí cada vez mais pescadores, os quais vão atrás dos valentes tucunarés.
O Lago de Furnas - o "Mar de Minas" - abrange 34 municípios mineiros. Seu volume de água é sete vezes maior que o da Baía da Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. Sua área é de 1.473 km2 e sua extensão de perímetro é de 3,7 mil km. O represamento das águas dos rios Grande e Sapucaí criou uma paisagem nova e surpreendente. São cânions fabulosos, lagos, cachoeiras magníficas e praias artificiais.
Os balneários se espalham pelas margens da represa, oferecendo uma excelente infra-estrutura. A região é a "Meca" da pesca e dos esportes náuticos. Os passeios de barco pelos cânions são imperdíveis.
O amigo pescador vai encontrar no local várias espécies de peixes, dentre as quais merecem destaque o Tucunaré, Piau, traíra, Mandi e a Tilápia.
A pesca pode ser praticada do barranco ou trapiches das pousadas, ou através do aluguel de barcos e guias da região.
material recomendado para a região, de forma geral, é o leve, iscas de meia água, snap, vara de 5.6, linha multifilamento ou linha 0,40, mas claro que isso depende do peixe que você quer capturar.
Das tantas cidades mineiras banhadas pelo Lago de Furnas, um reservatório quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, podemos destacar a cidade de Capitólio.
Há no lugar paredões de pedra, cachoeiras e piscinas naturais. É famosa também pela praia artificial, construída no perímetro urbano, com área de lazer.
A cidade tem boa infra-estrutura e o acesso aos atrativos da região é fácil. O local atrai turistas que buscam aventura aliada ao prazer de exuberantes paisagens. Há diversas trilhas e cânions escondidos.
ATRAÇÕES
Cachoeira da Lagoa Azul
Às margens da rodovia MG-050, a 31 km da cidade. Uma recepção com lanchonete e loja funciona de terça a domingo. O acesso pode ser pela rodovia ou pelo lago. Barcos, lanchas e uma chalana fazem passeios com paradas no local.
Trilha do Morro do Chapéu
Mirante natural a 1.293 metros de altitude, de onde se pode avistar boa parte do Lago de Furnas e algumas cidades por ele banhadas. O topo é formado por uma chapada com vegetação típica de cerrado, com alguns animais exóticos, como o tamanduá.
Trilha do Sol
Rodovia MG-050, Km 305. De fácil acesso, a cerca de 25 Km da sede do município. Possui pousada, restaurante (comida mineira), cachoeiras, piscina de água corrente e trilhas. Para conhecer ou passar o dia na Trilha é cobrada uma taxa.
Cânions do Lago de Furnas
Formações rochosas com mais de 20m de altura, formando reentrâncias a partir da represa até se chegar em belas cachoeiras, como a Cachoeira Lagoa Azul. Acesso por água. São 40 minutos de lancha, o contato pode ser feito no Restaurante do Turvo ou nos hotéis da cidade.
Mergulho
O mergulho na represa de Furnas ainda é pouco explorado. A profundidade alcança até 45 metros, e diversas espécies de peixes podem ser admiradas. Parte da cidade de Capitólio ficou debaixo d'água depois da criação da represa. O local é mais freqüentado por mergulhadores nos períodos em que chove pouco.
Pesca
Os tucunarés azuis e amarelos são o principal alvo da pesca esportiva do local, e podem ser encontrados nas praias formadas nos braços da represa e também junto a galhadas submersas. Os pequenos riachos encachoeirados da região ainda têm Dourados, tabaranas e traíras, em águas muito transparentes.
Turismo / Ecoturismo:
Atividades de ecoturismo: Canoagem, Mergulho, Mountain Bike, Pesca, Trekking
GEOGRAFIA e HISTÓRIA
Habitantes: 9 mil
Clima
Tropical temperado, com temperatura média anual de 22ºC.
Vegetação
Vegetação típica do cerrado: árvores de médio porte com tronco retorcido; ambiente de tamanduá-bandeira e lobo-guará.
Relevo
Relevo rochoso, com algumas montanhas e cânions.
História e Cultura
O que primeiramente chamou a atenção dos portugueses foram as matas intocadas, no início do século XIX. Em alguns anos, já podiam ser vistas fazendas bonitas e produtivas, sendo que o comércio crescia abruptamente.
Em 1830, chegaram os primeiros moradores para a região onde se desenvolveu a cidade. Foram os irmãos João Francisco, Manoel Francisco e Antônio Francisco, considerados os fundadores do povoado que originou Capitólio. A partir disso, um povoado foi surgindo, nascendo o "Arraial dos Franciscos", primeiro nome dado ao lugar onde está a cidade de Capitólio. Em 1939, o Distrito de Capitólio foi elevado à categoria de vila, Vila de Capitólio. Depois de uma tentativa fracassada, em 1943, Capitólio conseguiu sua independência político- no dia 27 de dezembro de 1948, transformando-se em Município de Capitólio.
Em 1962, Furnas inundou boa parte da região para a construção da hidrelétrica. As águas do Rio Grande alagaram fazendas inteiras, representando naquela época um grande prejuízo para a economia local. Ironicamente, hoje em dia é o turismo gerado com as águas do Lago que movimenta boa parte da economia regional.
LOCALIZAÇÃO e ACESSO
Como chegar
O acesso principal a São Roque de Minas é pela rodovia MG 050, que liga Belo Horizonte à região nordeste do Estado de São Paulo.
Chegando à cidade mineira de Piumhi, entrar no primeiro trevo (para quem vem de Belo Horizonte e Rio de Janeiro) ou no segundo trevo (para quem vem de São Paulo) e atravessar a cidade seguindo a indicação das placas até a rodovia secundária de 60 km que leva a São Roque de Minas. Entre Piumhi e São Roque de Minas, atravessar dois vilarejos: São Sebastião dos Cabrestos (município de Vargem Bonita) e Sobradinho (São Roque de Minas).
Distância das capitais:
São Paulo: 475 Km
Belo Horizonte: 284 Km
Brasília: 800 Km
Vitória: 805 Km
Rio de Janeiro: 620 Km
Dados GPS
Latitude: 20º36' Sul
Longitude: 46º03' Oeste
Aeroporto mais próximo: Descer em Belo Horizonte e seguir a viagem de ônibus.
Informações Úteis
Telefones: o código DDD da região é 37
Polícia Civil: 3373-1418
13º Batalhão Polícia Militar: 3373-1338
Rodoviária: 3373 1298 / 3373-1008
Fonte - Site Peska
O Lago de Furnas - o "Mar de Minas" - abrange 34 municípios mineiros. Seu volume de água é sete vezes maior que o da Baía da Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. Sua área é de 1.473 km2 e sua extensão de perímetro é de 3,7 mil km. O represamento das águas dos rios Grande e Sapucaí criou uma paisagem nova e surpreendente. São cânions fabulosos, lagos, cachoeiras magníficas e praias artificiais.
Os balneários se espalham pelas margens da represa, oferecendo uma excelente infra-estrutura. A região é a "Meca" da pesca e dos esportes náuticos. Os passeios de barco pelos cânions são imperdíveis.
O amigo pescador vai encontrar no local várias espécies de peixes, dentre as quais merecem destaque o Tucunaré, Piau, traíra, Mandi e a Tilápia.
A pesca pode ser praticada do barranco ou trapiches das pousadas, ou através do aluguel de barcos e guias da região.
material recomendado para a região, de forma geral, é o leve, iscas de meia água, snap, vara de 5.6, linha multifilamento ou linha 0,40, mas claro que isso depende do peixe que você quer capturar.
Das tantas cidades mineiras banhadas pelo Lago de Furnas, um reservatório quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, podemos destacar a cidade de Capitólio.
Há no lugar paredões de pedra, cachoeiras e piscinas naturais. É famosa também pela praia artificial, construída no perímetro urbano, com área de lazer.
A cidade tem boa infra-estrutura e o acesso aos atrativos da região é fácil. O local atrai turistas que buscam aventura aliada ao prazer de exuberantes paisagens. Há diversas trilhas e cânions escondidos.
ATRAÇÕES
Cachoeira da Lagoa Azul
Às margens da rodovia MG-050, a 31 km da cidade. Uma recepção com lanchonete e loja funciona de terça a domingo. O acesso pode ser pela rodovia ou pelo lago. Barcos, lanchas e uma chalana fazem passeios com paradas no local.
Trilha do Morro do Chapéu
Mirante natural a 1.293 metros de altitude, de onde se pode avistar boa parte do Lago de Furnas e algumas cidades por ele banhadas. O topo é formado por uma chapada com vegetação típica de cerrado, com alguns animais exóticos, como o tamanduá.
Trilha do Sol
Rodovia MG-050, Km 305. De fácil acesso, a cerca de 25 Km da sede do município. Possui pousada, restaurante (comida mineira), cachoeiras, piscina de água corrente e trilhas. Para conhecer ou passar o dia na Trilha é cobrada uma taxa.
Cânions do Lago de Furnas
Formações rochosas com mais de 20m de altura, formando reentrâncias a partir da represa até se chegar em belas cachoeiras, como a Cachoeira Lagoa Azul. Acesso por água. São 40 minutos de lancha, o contato pode ser feito no Restaurante do Turvo ou nos hotéis da cidade.
Mergulho
O mergulho na represa de Furnas ainda é pouco explorado. A profundidade alcança até 45 metros, e diversas espécies de peixes podem ser admiradas. Parte da cidade de Capitólio ficou debaixo d'água depois da criação da represa. O local é mais freqüentado por mergulhadores nos períodos em que chove pouco.
Pesca
Os tucunarés azuis e amarelos são o principal alvo da pesca esportiva do local, e podem ser encontrados nas praias formadas nos braços da represa e também junto a galhadas submersas. Os pequenos riachos encachoeirados da região ainda têm Dourados, tabaranas e traíras, em águas muito transparentes.
Turismo / Ecoturismo:
Atividades de ecoturismo: Canoagem, Mergulho, Mountain Bike, Pesca, Trekking
GEOGRAFIA e HISTÓRIA
Habitantes: 9 mil
Clima
Tropical temperado, com temperatura média anual de 22ºC.
Vegetação
Vegetação típica do cerrado: árvores de médio porte com tronco retorcido; ambiente de tamanduá-bandeira e lobo-guará.
Relevo
Relevo rochoso, com algumas montanhas e cânions.
História e Cultura
O que primeiramente chamou a atenção dos portugueses foram as matas intocadas, no início do século XIX. Em alguns anos, já podiam ser vistas fazendas bonitas e produtivas, sendo que o comércio crescia abruptamente.
Em 1830, chegaram os primeiros moradores para a região onde se desenvolveu a cidade. Foram os irmãos João Francisco, Manoel Francisco e Antônio Francisco, considerados os fundadores do povoado que originou Capitólio. A partir disso, um povoado foi surgindo, nascendo o "Arraial dos Franciscos", primeiro nome dado ao lugar onde está a cidade de Capitólio. Em 1939, o Distrito de Capitólio foi elevado à categoria de vila, Vila de Capitólio. Depois de uma tentativa fracassada, em 1943, Capitólio conseguiu sua independência político- no dia 27 de dezembro de 1948, transformando-se em Município de Capitólio.
Em 1962, Furnas inundou boa parte da região para a construção da hidrelétrica. As águas do Rio Grande alagaram fazendas inteiras, representando naquela época um grande prejuízo para a economia local. Ironicamente, hoje em dia é o turismo gerado com as águas do Lago que movimenta boa parte da economia regional.
LOCALIZAÇÃO e ACESSO
Como chegar
O acesso principal a São Roque de Minas é pela rodovia MG 050, que liga Belo Horizonte à região nordeste do Estado de São Paulo.
Chegando à cidade mineira de Piumhi, entrar no primeiro trevo (para quem vem de Belo Horizonte e Rio de Janeiro) ou no segundo trevo (para quem vem de São Paulo) e atravessar a cidade seguindo a indicação das placas até a rodovia secundária de 60 km que leva a São Roque de Minas. Entre Piumhi e São Roque de Minas, atravessar dois vilarejos: São Sebastião dos Cabrestos (município de Vargem Bonita) e Sobradinho (São Roque de Minas).
Distância das capitais:
São Paulo: 475 Km
Belo Horizonte: 284 Km
Brasília: 800 Km
Vitória: 805 Km
Rio de Janeiro: 620 Km
Dados GPS
Latitude: 20º36' Sul
Longitude: 46º03' Oeste
Aeroporto mais próximo: Descer em Belo Horizonte e seguir a viagem de ônibus.
Informações Úteis
Telefones: o código DDD da região é 37
Polícia Civil: 3373-1418
13º Batalhão Polícia Militar: 3373-1338
Rodoviária: 3373 1298 / 3373-1008
Fonte - Site Peska
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Cabanas Flutuantes - Amazônia - River Plate Pesca
PESCARIA DE TUCUNARÉ NA AMAZÔNIA | RECORDE MUNDIAL NA PESCA
O que diferencia nossos programas de pesca esportiva dos demais operadores são nossas estruturas de Cabanas Flutuantes, únicas na pesca. Mobilidade, segurança e conforto, fazem destas estruturas as mais apropriadas para a Pesca Esportiva nos rios amazônicos.
Embora muitos hotéis de pesca esportiva estejam acima destas barreiras, sua zona de influência de pesca rapidamente é sobre-pescada, já que não possuem a mobilidade das Cabanas Flutuantes para buscar novas zonas de pesca e melhores níveis de água, item crucial para uma boa pescaria.
Atuando na pesca esportiva de tucunaré na Amazônia desde 1992, aRiver Plate Pesca é a pioneira na pesca esportiva. Ao longo dos anos acumulamos experiência. Melhorando a cada temporada, oferecemos aos nossos clientes o mais alto nível de serviço em pesca esportiva. Mobilidade, conforto, logística e segurança são os combustíveis que nos movem para a excelência na pesca.
Nossa experiência e alta qualidade de serviços têm colocado a River Plate como a mais prestigiada e recomendada operadora de pesca esportiva da Amazônia entre agentes e pescadores. Alguns dos serviços que destacam o nosso programa de pesca de tucunaré dos demais operadores são as inovadoras Cabanas Flutuantes, introduzidas na pesca em 1996. As Cabanas Flutuantes são as únicas com mobilidade para vencer os bancos de areias, pedrais e estreitos dos rios. Luxo e conforto são apenas mais um dos itens que temos a oferecer na pesca esportiva de tucunaré.
O que é tão especial sobre as Cabanas Flutuantes
Os barcos de pesca esportiva, barcos de pesca comerciais e até mesmo a pesca de subsistência, são obrigados a parar onde águas mais baixas os impedem de avançar rio acima. Além dessas barreiras naturais estão os grandes peixes. Com as Cabanas Flutuantes nossos pescadores são levados às áreas mais isoladas e zonas de pesca intocadas.O que diferencia nossos programas de pesca esportiva dos demais operadores são nossas estruturas de Cabanas Flutuantes, únicas na pesca. Mobilidade, segurança e conforto, fazem destas estruturas as mais apropriadas para a Pesca Esportiva nos rios amazônicos.
Embora muitos hotéis de pesca esportiva estejam acima destas barreiras, sua zona de influência de pesca rapidamente é sobre-pescada, já que não possuem a mobilidade das Cabanas Flutuantes para buscar novas zonas de pesca e melhores níveis de água, item crucial para uma boa pescaria.
A saída de Manaus para a pescaria se dá tradicionalmente a partir das 6:30. O transporte até o aeroporto é realizado em vans executivas. Em seguida é feita a pesagem de bagagens e o embarque em avião terrestre ou diretamente no hidroavião.
Com o mesmo padrão de atendimento e qualidade de pesca, oferecemos aos nossos clientes mais uma opção: O Barco Hotel Black Water Explorer, mais moderno, confortável e luxuoso, veio substituir o Amazon Angel construído em 1998.
O Blackwater, em sua categoria, é um dos mais luxuosos e confortáveis barcos hotéis para pesca esportiva. Conta com a tripulação mais especializada em pesca de tucunaré na Amazônia. Equipado com acessórios tais como: água quente, sala de estar, área de lazer, open bar, ar condicionado em todas as Cabanas, telefone, via satélite e, em breve, acesso à internet em qualquer ponto do Globo, tudo isso para lhe atender melhor em sua próxima viagem.
Destaca-se como referência em Barco Hotel de luxo. Uma embarcação de primeira classe, três andares de puro conforto, com capacidade máxima para 20 pescadores. Será um prazer recebê-los em nosso Iate Show!
Junte-se a River Plate Pesca em busca dos maiores Tucunarés!
Veja você mesmo, verifique o nosso boletim semanal de pesca e vídeos de pesca.
O canto dos pássaros e as paisagens inesquecíveis no coração da floresta Amazônica farão de sua viagem em nossas Cabanas Flutuantes uma experiência única.
Junte-se a nós e torne seus sonhos de pesca em realidade, será a viagem de sua vida.
domingo, 15 de maio de 2011
Procedimentos para a correta prática do pesque, fotografe e solte
Dica do nosso amigo Rodrigo Sgambatti - Tucuna Brasil Fisshing Team
Nessa matéria e em mais duas partes consecutivas, (Parte II e Parte III) abordaremos os principais procedimentos necessários para correta prática do PESQUE, FOTOGRAFE E SOLTE.
A cada dia a pesca esportiva ganha mais adeptos, ampliando a preservação do meio ambiente e das espécies nele existente, com isso temos o principal atrativo do nosso esporte, o peixe, sendo mantido e conseqüentemente, a possibilidade de praticar nosso tão estimado esporte por muito tempo nesses locais.
Indiscutivelmente a conscientização quanto ao PESQUE, FOTOGRAFE E SOLTE é o primeiro grande passo a ser dado em prol da preservação das espécies, porém sabemos que para isso ocorrer não dependemos exclusivamente da consciência, mas também de alguns procedimentos no ato da prática do PESQUE, FOTOGRAFE E SOLTE, isso para que tenhamos o correto manuseio do peixe para que esse seja solto em condições de sobrevivência, fazendo assim a prática do PESQUE, FOTOGRAFE E SOLTE ser consumada com sucesso.
A seguir iremos expor alguns dos princípios básicos que devem ser de conhecimento do pescador esportivo para a correta prática do PESQUE, FOTOGRAFE E SOLTE possa ser executada.
1. O Equipamento de pesca
O equipamento é de suma importância, pois com a sua correta escolha, minimizamos o estresse e ferimentos que podem ser causados aos peixes. Tais equipamentos devem sempre estar de acordo com a espécie, tamanho e o ambiente de captura do peixe. Procure informar-se com os guias e moradores locais para dimensionar o equipamento.
O equipamento é de suma importância, pois com a sua correta escolha, minimizamos o estresse e ferimentos que podem ser causados aos peixes. Tais equipamentos devem sempre estar de acordo com a espécie, tamanho e o ambiente de captura do peixe. Procure informar-se com os guias e moradores locais para dimensionar o equipamento.
1.1. A vara, carretilha e molinete
Caso um desses equipamentos estiver superdimensionado poderá causar ferimentos peixe - por exemplo no momento da fisgada de um peixe pequeno - a força aplicada na mandíbula pode ocasionar danos a sua estrutura ou em seus ligamentos, prejudicando a recuperação do animal. Lembre-se que a escolha correta do equipamento minimiza os danos ao peixe também proporcionará maior emoção ao pescador na "briga" com o exemplar.
Caso um desses equipamentos estiver superdimensionado poderá causar ferimentos peixe - por exemplo no momento da fisgada de um peixe pequeno - a força aplicada na mandíbula pode ocasionar danos a sua estrutura ou em seus ligamentos, prejudicando a recuperação do animal. Lembre-se que a escolha correta do equipamento minimiza os danos ao peixe também proporcionará maior emoção ao pescador na "briga" com o exemplar.
1.2. A linhaA resistência da linha é um item importante para garantimos a sobrevivência do peixe após a soltura. A linha ideal reduz o tempo da briga com o peixe, ajudando assim sua recuperação já que ocasiona pouco estresse ao exemplar. Uma linha subdimensionada irá prolongar o tempo de briga, deixando o mesmo estressado diminuindo assim, sua chance de sobrevivência. A linha tambpem pode romper, deixando assim o peixe com anzol ou isca presa na boca ou parte do corpo, podendo levá-lo a morte por diversos motivos.
1.3. O Anzol e a garatéia
Independente da utilização de anzóis ou garatéias devemos retirar ou amassar as farpas. Tal procedimento aumenta em muito a sobrevivência do peixe após sua captura.
São várias as vantagens:
Reduz o tempo de manuseio até sua soltura, uma vez que o anzol ou garatéia é retirado do peixe com mais facilidade.
O procedimento contribui para a diminuição da lesão causada pelo anzol ou garatéia na boca ou corpo do peixe, conseqüentemente teremos uma cicatrização mais rápida, evitando assim a probabilidade de processos infecciosos ou mesmo a presença de fungos no local da lesão.
Evitamos acidentes pessoais.
Independente da utilização de anzóis ou garatéias devemos retirar ou amassar as farpas. Tal procedimento aumenta em muito a sobrevivência do peixe após sua captura.
São várias as vantagens:
Reduz o tempo de manuseio até sua soltura, uma vez que o anzol ou garatéia é retirado do peixe com mais facilidade.
O procedimento contribui para a diminuição da lesão causada pelo anzol ou garatéia na boca ou corpo do peixe, conseqüentemente teremos uma cicatrização mais rápida, evitando assim a probabilidade de processos infecciosos ou mesmo a presença de fungos no local da lesão.
Evitamos acidentes pessoais.
A utilização de anzóis e garatéias degradáveis ou que se decompõem rapidamente é outra alternativa para aumentarmos a sobrevivência do peixe caso a haja rompimento da linha, já que o material não vai prejudica o animal por vários dias, impedindo a sua alimentação e vida posterior ao evento do ataque.
1.4. Alicate de contenção
Recomenda-se a utilização de alicates de contenção, tipo "boga grip", que possuam suas extremidades em forma de esfera, revestidas com material plástico ou borracha. Não é recomenda o alicate de pressão "tipo jacaré" por provocar lesões na boca do animal capturado.
A seguir (fig.01) a foto do alicate não recomendado ("tipo jacaré") e o recomendado ("boca grip")
Recomenda-se a utilização de alicates de contenção, tipo "boga grip", que possuam suas extremidades em forma de esfera, revestidas com material plástico ou borracha. Não é recomenda o alicate de pressão "tipo jacaré" por provocar lesões na boca do animal capturado.
A seguir (fig.01) a foto do alicate não recomendado ("tipo jacaré") e o recomendado ("boca grip")
| 1.5. O Puçá ou passaguá |
Poucos se preocupam com tal material, porém se esse for feito de material abrasivo ou linha de náilon pode prejudicar e retirar o muco e escamas do peixe, assim os locais que sofreram tais lesões, estarão propícios ao desenvolvimento de fungos e bactérias.
Essas podem debilitar rapidamente esses peixes, sendo os mesmo presas fáceis para predadores e outros, bem como, prejudicar a vida posterior à soltura, como a alimentação e saúde reprodutiva.
Essas podem debilitar rapidamente esses peixes, sendo os mesmo presas fáceis para predadores e outros, bem como, prejudicar a vida posterior à soltura, como a alimentação e saúde reprodutiva.
Deve-se sempre optar pela utilização de alicates de contenção do tipo "boga grip", porém se for utilizar o puçá, opte por aqueles confeccionados com tecido de algodão ou ainda, se encontrar somente o sintético, procupre o de linha entrelaçada, sem nós, pois esse material é macio e não provoca danos aos peixes capturados.
A seguir o passaguá não recomendado (fig.02) e o recomendado (fig.03)
A seguir o passaguá não recomendado (fig.02) e o recomendado (fig.03)
1.6. O Bicheiro
Nunca utilize tal acessório. Por maior cuidado que se tenha, esse equipamento tem seu uso preferencial para a contenção de peixes grandes, e sempre provoca lesões no peixe, onde podem ocorrer a contaminação por fungos e bactérias. Sugere-se preferencialmente a substituição do bicheiro pelo uso de alicates de contenção tipo "boga-grip", podendo ser substituído pelo passaguá em uma segunda opção.
A seguir a imagem do bicheiro (fig.04).
A seguir a imagem do bicheiro (fig.04).
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Lago do Peixe - TO - Aqui vamos nós!
Boa Noite. Estamos saindo quinta feira para mais uma jornada de Pesca Esportiva no Lago do Peixe - Tocatins. Assim que chegarmos postaremos no Blog Tucuna Friend´s, as fotos da pescaria e vamos dar dicas de traia a ser usada e pontos de pesca na região. Um abraço a todos amigos do Facebook!
Good Night. We are leaving Thursday for a journey of Sport Fishing on Lake Fish - Tocatins. Once we get in we will post Tucuna Friend's Blog, photos of the fishery and we will give tips on being
cheated and used fishing spots
in the region. Best wishes to all friends on Facebook!
Good Night. We are leaving Thursday for a journey of Sport Fishing on Lake Fish - Tocatins. Once we get in we will post Tucuna Friend's Blog, photos of the fishery and we will give tips on being
cheated and used fishing spots
in the region. Best wishes to all friends on Facebook!
domingo, 17 de abril de 2011
Vila Náutica - Brasília

Can-Am Spyder 2011
O Spyder é um veículo um tanto exótico. É uma nova espécie de triciclo com duas rodas na frente e um largo pneu na traseira, sem falar no desenho arrojado. O modelo é um produto da Can-Am, divisão da Bombardier Recreational Products (BRP), empresa canadense que também fabrica aviões a jato e motos aquáticas
DESCUBRA O NOVO VEÍCULO SIDE-BY-SIDE CAN-AM COMMANDER
Bombardier Recreational Products Inc. (BRP), líder mundial na concepção, desenvolvimento e fabricação de veículos motorizados de recreio e alta performance desenvolve os novos veículos side-by-side CAN-AM COMMANDER permanecendo fiel ao DNA dos esportivos Can-Am.ara nFonte: Site Vila Náutica
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Pousadas Serra da Mesa - Pesca de Tucunaré
Dica de quatro pousadas na Represa na Serra da Mesa para você!!!
Ibama apreende 120 tubarões em um barco
Barco com 120 tubarões pescados ilegalmente é apreendido na costa do ParáFonte - Ascom/Ibama
O Ibama apreendeu na última sexta-feira (01/04) cerca de 120 tubarões pescados ilegalmente na costa do Pará. O barco pesqueiro que capturou os animais tinha autorização para pesca de diversos peixes com o uso de redes. Mas, na verdade, pescava apenas os tubarões utilizando espinhéu (centenas de anzóis presos em cordas). Além de ter a embarcação e a carga apreendidas, o proprietário do barco foi multado em R$ 110 mil pela pesca irregular. A carne dos tubarões foi doada à população e as barbatanas, enterradas com cal.
A forte demanda pelas barbatanas tem causado sérios impactos nas populações de tubarões. A prática do “finning”, quando o pescador retira apenas a barbatana e descarta a carcaça do animal no mar, tem sido fortemente combatida pelo Ibama no Pará.
“Este tipo de crime ambiental ocorre porque as barbatanas têm alto valor no mercado internacional (R$ 80 o quilo), principalmente, na China, onde são usadas em sopas”, explica o chefe da Divisão de Fauna e Pesca do Ibama, Leandro Aranha. Segundo crenças populares, as barbatanas teriam propriedades terapêuticas.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Chatterbait
Este nome é novo para você? Se for, não deixe de experimentar esta isca diferente. Ela renderá ótimas capturas em qualquer nível de represa e ainda pode surpreender na água salgada
Texto e fotos César Pansera
Desenvolvida originalmente para o black bass, a chatterbait é uma espécie de rubber jig com um pedaço de metal fixado à cabeça, que auxilia na movimentação quando ela é recolhida. Essa chapa serve como uma barbela, conferindo um trabalho característico na coluna d’água, capaz de atrair de longe os predadores.
A isca vibra quando tracionada, de um lado para o outro, e oscila rapidamente. Seu anzol de ponta única permanece sempre exposto e voltado para cima. Isso possibilita fisgadas certeiras e dificulta que o peixe escape durante a briga.
Linhas de pouca elasticidade, neste caso, cortam a água com maior rapidez – o multifilamento é ideal para proporcionar fisgadas precisas. Quando utilizada em estruturas como capinzais, não muito fechados, e entre galhos mais finos, a barbela metálica protege a ponta do anzol, o princípio é semelhante ao do arame nos spinnerbaits.
As dentuças também adoram
No Brasil, além do bass, a chatterbait é uma excelente opção para as vorazes traíras. Acoplar a elas trailers pode garantir maior rendimento. A preferência fica para os duplos (“twin tails”), que são maiores e causam maior deslocamento na água e também pelo seu tamanho – traíras grandes dão preferência para iscas mais volumosas.
No Brasil, além do bass, a chatterbait é uma excelente opção para as vorazes traíras. Acoplar a elas trailers pode garantir maior rendimento. A preferência fica para os duplos (“twin tails”), que são maiores e causam maior deslocamento na água e também pelo seu tamanho – traíras grandes dão preferência para iscas mais volumosas.
Em muitos dos ataques sofridos, a isca vai inteira para dentro da boca dos “verdões”. Isso nos faz concluir que, por trabalhar de forma frenética, quando recolhida mais rapidamente, ela passe a impressão de ser uma presa muito veloz. Assim, o predador não pode perder tempo ou errar o bote, e é por esse motivo que ele acaba sendo tão violento.
A capacidade de explorar uma vasta área a cada arremesso é outro ponto importante desta isca. Quando o peixe está a fim de atacar, o trabalho em maior velocidade na meia-água é mortal. Sempre fique atento até o final do recolhimento. Muitos botes acontecem bem perto do barco, quando a isca está prestes a sair da água.
Mãos à obra
A chatterbait pode ser trabalhada de duas maneiras. A mais produtiva e comum é o recolhimento contínuo. Alternando a velocidade da isca, é possível determinar sua profundidade de ação. Durante o recolhimento, a ponta da vara literalmente treme o tempo todo, intensamente, tamanha é a oscilação lateral da lâmina. Desta forma, o trabalho assemelha-se ao de uma crankbait.
A chatterbait pode ser trabalhada de duas maneiras. A mais produtiva e comum é o recolhimento contínuo. Alternando a velocidade da isca, é possível determinar sua profundidade de ação. Durante o recolhimento, a ponta da vara literalmente treme o tempo todo, intensamente, tamanha é a oscilação lateral da lâmina. Desta forma, o trabalho assemelha-se ao de uma crankbait.
Na outra situação, basta deixar a isca tocar o fundo, para então tracioná-la levemente e em seguida deixá-la cair novamente. Os movimentos devem ser sucessivos até que ela chegue próxima ao barco. Isso costuma funcionar bem em locais mais rasos, onde não é necessário esperar muito para que a isca atinja o leito. Além disso, a caída mais lenta da chatterbait é ideal quando os peixes estão pouco ativos.
Na água salgada
Há modelos que utilizam shads ou camarões como trailers (denominados chattershrimps). Alguns plugs que não possuem barbela são desenvolvidos com a mesma lâmina acoplada em seu pitão frontal, para que vibrem mais na coluna d’água quando tracionados.
Há modelos que utilizam shads ou camarões como trailers (denominados chattershrimps). Alguns plugs que não possuem barbela são desenvolvidos com a mesma lâmina acoplada em seu pitão frontal, para que vibrem mais na coluna d’água quando tracionados.
Caso não encontre esses modelos específicos para água salgada, você pode usar as mesmas iscas feitas para o bass. Para isso, basta remover as cerdas de silicone e substituí-las por um shad, acoplando-o ao anzol. Este shad deve ter, no máximo, 4 polegadas de comprimento, e possuir formato longilíneo.
Fonte : Revista Pesca Esportiva
Guia de Barcos 2011
O Guia de Barcos 2011 traz 570 embarcações nacionais e importadas entre lanchas veleiros trawlers motor yachts infláveis jet skis caiaques e canoas. É o mais completo guia náutico já publicado no Brasil com comentários fotos e fichas técnicas dos principais barcos à venda no país. Vem ainda com reportagens sobre estaleiros marinas seguro náutico ABC do marinheiro e outras para ajudar você a acertar na compra de seu próximo barco.
Clique aqui e garanta já o seu!
Fonte - Revista Pesca Esportiva
Fonte - Revista Pesca Esportiva
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Echo (Garmin)
Líder global em navegação por satélite, a Garmin apresenta a Echo, sua nova linha de fishfinders. São seis novos modelos que trazem um novo padrão de qualidade e facilidade de uso para pescadores.
Todos possuem a nova tecnologia Garmin ID-HD, que rastreia alvos proporcionando um enorme nível de detalhamento dos contornos de peixes e do fundo. Os novos aparelhos incluem um suporte para montar em hastes de motores de popa e um suporte de rápida remoção, capaz de inclinar e girar.
Disponíveis nas versões Echo 100, 150, 200, 300c, 500c e 550c com telas de 4’’ e 5’’.
Preço sugerido: sob consulta.
www.garmin.com/br
www.garmin.com/br
Fonte: Revista Pesca Esportiva
Assinar:
Postagens (Atom)


























